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08 fevereiro, 2017

Objetivos do uso da Bíblia na catequese

Precisamos estudar mais o  Diretório Nacional da Catequese-DNC. Irei publicar mais textos do DNC e de outros documentos da Igreja relacionados à catequese.

***

2.1. Sagrada Escritura, valor primordial
107. Dentro da Tradição, a Bíblia ocupa lugar especial: nela, a Igreja reconhece o testemunho autêntico da Revelação divina. Antes da invenção da imprensa, e por mais de um século depois, pouquíssimas pessoas particulares possuíam uma Bíblia: livros eram raros e caros; prevalecia no povo a cultura oral. No entanto, com profundidade ora maior, ora menor, a Escritura estava presente na vida católica: nas devoções e penitências, festas e romarias, no linguajar do povo, na pintura e escultura, teatro, cantos e narrativas populares. Fazia-se presente sobretudo na liturgia das comunidades e na pregação: era o que melhor alimentava esse entusiasmo pela Bíblia, ou seja, era a Tradição viva da Igreja que conservava a fé apostólica (cf. DGC 95). No centro das Escrituras estão os evangelhos, que apresentam Jesus, sua vida, mensagens e suas ações salvíficas. Exprimem a base dos ensinamentos das primeiras comunidades cristãs, o primeiro livro de catequese desde as origens da Igreja (cf. DGC 98; TM 24). Nossa recente tradição catequética tem valorizado a Sagrada Escritura como “livro” de catequese por excelência; os textos catequéticos lhe servem de complementação (cf. TM 24; cf. CR 154), em sintonia com o DGC: “A Igreja quer que, em todo o ministério da Palavra, a Sagrada Escritura tenha uma posição pró-eminente” (127).


2.1.1.
108. Na catequese, procuramos critérios para o uso da Bíblia a serviço da educação de uma fé esclarecida e engajada; as circunstâncias locais hão de inspirar adaptações apropriadas a cada realidade. Dois objetivos gerais se impõem no uso da Bíblia pela catequese: a) formar comunidade de fé. Por toda parte, pessoas reúnem-se para refletir e rezar a Palavra de Deus e atuar na Igreja e na sociedade. Esses grupos muitas vezes evoluem, chegando a formar pequenas comunidades, ou reforçando as que já existem. Esses grupos ou círculos bíblicos são ótimos também para acolher pessoas “em trânsito”, do ponto de vista social ou religioso; ajudam migrantes a se inserirem no contexto social, e acolhem pessoas que não se sentem bem na comunidade: no círculo bíblico, podem mais facilmente buscar a vontade de Deus a seu respeito;

b) alimentar a identidade cristã. Nós, cristãos, colaboramos para a construção de uma sociedade sadia com aquilo que nos é próprio. A Bíblia alimenta nossa identidade, ajudando a formar nosso quadro de referência e, assim, a darmos “razão da vossa esperança” (cf. 1Pd 3,15).


2.1.2. Critérios metodológicos
 109. Todos os textos da Bíblia têm um valor próprio e especial e por isso foram conservados ao longo de tanto tempo, e a Tradição os considerou inspirados. É necessário descobrir esses valores presentes nos textos e deixar que eles iluminem nossa vida. O texto requer sempre uma atenção especial. Às vezes, é tal a ânsia de se servir dele para expor as próprias idéias, que não se presta atenção ao que ele tem a dizer. Requer empenho para que pequenas dificuldades com o texto não distraiam da mensagem fundamental que a Bíblia traz: o mistério da vida, da história, do Deus sempre imprevisível. Esse critério ajudará na leitura da Bíblia a superar os riscos de uma leitura fundamentalista, isto é, a impossibilidade de perceber as riquezas incontáveis da Palavra de Deus. 110. O povo ama a Bíblia e gosta de ouvir o que diz a Palavra de Deus na liturgia, em grupos ou na oração pessoal. A Palavra de Deus é exigente, mas traz também estímulo, confiança, alimento para a fé.

Ela é fonte de alegria mesmo em momentos difíceis. Os métodos exegéticos possibilitam melhor compreensão do texto bíblico. O importante é chegar à meta: ouvir o que Deus quer nos dizer. Ler um texto bíblico é aprofundar o sentido da vida. A própria Bíblia é uma mediação para a sublime Revelação divina. Quanto mais experiência de vida e vivência de fé, mais a pessoa penetra a mensagem bíblica. O importante mesmo é o posicionamento do leitor: lemos a Bíblia como a lê a nossa Igreja: na perspectiva doutrinal, moral e evangélico-transformadora... a partir dos desamparados nos quais Deus quer ser servido. A leitura da Bíblia não é mera questão de técnicas: é uma opção de vida, fruto do dom do Espírito (cf. 1Cor 2,1-16; Rm 11,33-36)


Fonte:
http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=147-84-diretorio-nacional-de-catequese&Itemid=251

04 fevereiro, 2017

Formação para o serviço da catequese


Diretrizes gerais da catequese, Arquidiocese de Brasília, 2002. Pág. 12 e 13.


Dimensões da formação
-Formação pessoal e comunitária
Esta dimensão deve ajudar o catequista a amadurecer como pessoa, como fiel e como apóstolo, desenvolvendo a formação humana que inclui o equilíbrio emocional, e educação da afetividade, a valorização de si mesmo e dos outros.
A formação, deve ajudar o catequista a aprofundar, viver e anunciar o Evangelho numa dimensão comunitária, a tomar consciência da própria missão batismal e crismal e a ser membro responsável da comunidade cristã.


Formação da Espiritualidade

A missão do catequista exige intensa vida sacramental, espiritual e de oração, sentido profundo da excelência da mensagem cristã, atitude de caridade, humildade e prudência.
O cultivo da espiritualidade do catequista é um processo permanente que anima os diversos elementos de sua ação, influencia as suas opções metodológicas e provoca a interação fé e vida.

Formação Bíblico-teológica
"A sagrada Escritura deve ser o sujeito principal do ensinamento e constituir a alma de todo estudo teológico."
A formação do catequista deve optar por uma abordagem pastoral e catequética da Sagrada Escritura que promova:
-Ver a vida com os olhos da Bíblia e a Bíblia com os olhos da vida;
-Ler a Bíblia em comunidade;
-Ler a Bíblia conforme a fé da igreja.
-Utilizar os resultados da ciência Bíblica, aprofundando o sentido dos textos e não instrumentalizando a Bíblia com leituras moralistas, fundamentalistas e opressoras.

A formação teológica-doutrinal deve fornecer, ao catequista, os conhecimentos indispensáveis para uma fé adulta e amadurecida, tornando-o capaz de transmitir as verdades doutrinais de modo acessível; deve girar em torno dos temas fundamentais da mensagem cristã, tendo no centro o mistério de Cristo.

-Formação litúrgica
A liturgia como celebração da fé deve se constituir em um ponto alto da educação da fé e da formação dos catequistas. A catequese conduz à liturgia, pois, explica o significado de seus sinais, e ao mesmo tempo a liturgia torna-se catequese, pois proporciona o crescimento na fé.
A liturgia não sobrevive e não se renova sem a catequese. Por sua vez, a catequese se renova e subsiste, tendo como fonte e convergência a liturgia.


-Formação Ético-Moral

A maturidade da fé comporta maturação moral: superar a atitude de mero cumprimento de leis e normas, para atingir a maturidade de quem age por adesão interior de valores, com a espontaneidade do amor.
Viver a dimensão moral significa um constante processo de conversão, é revestir-se do "homem novo", agindo em comunidade, engajando-se numa atuação na perspectiva do Reino de Deus.
A catequese deve ministrar boa formação para a vida moral assumida como seguimento de Jesus Cristo, acentuando-se a vivência das bem-aventuranças.

Formação Psicossocial
É necessário que o catequista entre em contato com alguns elementos fundamentais da psicologia a fim de que se compreenda as motivações humanas, a estrutura da personalidade, as etapas do ciclo vital humano, bem como se faça uma análise das condições sociais, culturais e econômicas mas quais se insere o catequizando.
A tomada de consciência da situação existencial, psicológica, cultural e social do homem se obtém com os olhos voltados para a fé na qual se deve educá-lo.

Formação metodológica
Esta formação procurará fazer amadurecer no catequista a capacidade educativa, que implica: a habilidade de ter atenção para com as pessoas, para interpretar e responder as perguntas, a iniciativa para ativar processos de aprendizagem, para penejar a ação catequética e para conduzir um grupo humano à maturidade.




02 fevereiro, 2017

Qual a missão do coordenador paroquial?


Na formação das escolas catequéticas,  há um módulo que prepara o catequista para a coordenação. Mas geralmente assumimos uma coordenação sem passarmos por esta preparação. Vamos aprendendo enquanto caminhamos com a equipe da coordenação e com os outros coordenadores paroquiais. Mas a CNBB, no Diretório Nacional da Catequese, dedica uma parte especialmente para falar sobre a ministério da coordenação. Vamos ver?

***
2. O ministério da coordenação e a organização da catequese
 2.1. O serviço da coordenação
 2.1.1. Natureza do ministério da coordenação 
314. A coordenação é uma “co-operação”, uma ação em conjunto, de co-responsabilidade conforme os diversos ministérios. Jesus é a fonte inspiradora na arte de coordenar. Ele não assumiu a missão sozinho. Fez-se cercar de um grupo (cf. Mc 3,13-19; Jo 1,35-51). Com Ele vai criando sua comunidade. Em Jesus, o ministério da coordenação e animação caracteriza-se pelo amor às pessoas e pelos vínculos de caridade e amizade. Ele conquista confiança e delega responsabilidades. 
315. Coordenar é missão de pastor (cf. Jo 10,1-10) que conduz, orienta, encoraja catequistas e catequizandos para a comunhão e participação, para a solidariedade e para a transformação da realidade social. Requer um trabalho em equipe, pois é um serviço representativo da comunidade, dos catequistas e das famílias. Reveste-se de uma mística do exercício da função de Cristo Pastor. 
316. Exercer o ministério da coordenação na catequese é gerar vida e criar relações fraternas. É promover o crescimento da pessoa, abrindo espaço para o diálogo, a partilha de vida, a ajuda aos que necessitam de presença, de incentivo e de compreensão. Esse ministério se alimenta na fonte de espiritualidade que decorre do seguimento de Jesus Cristo. Não é uma função, mas uma missão que brota da vocação batismal de servir, de animar, de coordenar. Através da coordenação, o projeto de catequese avança, cria relações fraternas, promove a pessoa humana, a justiça e a solidariedade. A coordenação procure ser missionária, inserida na comunidade, formadora de atitudes evangélicas, comprometida com a caminhada da catequese e com as linhas orientadoras da diocese. 
317. A catequese não pode ser considerada uma empresa que visa à produtividade, ao lucro, à eficiência e à execução fria das leis de mercado. Entretanto poderá incorporar as conquistas das ciências modernas, com maior eficiência no método, no uso do tempo, na qualidade de vida e no aproveitamento dos recursos. A palavra-chave desse ministério é “articulação”. O coordenador não acumule funções, nem se apascente a si mesmo, mas sim as ovelhas (cf. Ez 34,2)

(...)

326.
 É missão do coordenador paroquial de catequese:
a) orientar, animar e coordenar, em comunhão com o pároco, a catequese paroquial nos diversos níveis; 
b) elaborar em conjunto o planejamento paroquial, levando em conta: necessidades locais, objetivos, princípios orientadores, projetos, cronograma, responsabilidades e os dados de um processo periódico de avaliação;
c) facilitar a utilização de instrumentos e recursos para o bom andamento da catequese; 
d) representar a paróquia nas instâncias diocesanas; 
e) integrar a catequese com as demais pastorais; 
f) preocupar-se com a formação sistemática e permanente dos catequistas em todos os níveis;
g) despertar entre os catequistas a espiritualidade do seguimento de Jesus Cristo, inspirada na Palavra de Deus e celebrada na liturgia; 
h) desenvolver qualidades necessárias para um bom trabalho em equipe: capacidade de escuta e diálogo, valorização do grupo, crescimento na consciência crítica, espírito de participação, firmeza no compromisso, solidariedade nas dificuldades, nas alegrias e espírito organizativo.

Leia o Diretório Nacional da Catequese aqui

01 fevereiro, 2017

Etapas da Catequese-Diretrizes gerais da Catequese


Diretrizes Gerais da Catequese, Arquidiocese de Brasília, 2002. Pág. 16 e 17.

A Arquidiocese de Brasília oferece catequese por idade, diversificada e complementar de acordo coma necessidade e capacidade dos destinatários.

Catequese de iniciação- 5 a 7 anos
A criança requer pleno respeito e ajuda nas suas exigências de crescimento humano e espiritual, também através da catequese, que não pode jamais faltar a ela. A iniciação quer ser um complemento à educação da fé originada na família.

Catequese da Primeira Eucaristia- a partir de 9 anos completos
Este é o momento para a educação à oração, levando o pré-adolescente ao senso de confiança, gratuidade, do dom de si, da inovação, da alegre participação na vida da Igreja.
A catequese da Eucaristia deve ser desenvolvida em 2 anos e ser realizada normalmente na paróquia ou comunidade de residência da família.
Apresentar Jesus cristo, como amigo e modelo, como guia, suscetível de provocar a admiração e, como consequência a imitação, é o grande objetivo da catequese.

Catequese de Perseverança
Após a Eucaristia, os catequizandos são convidados a continuar na caminhada de amadurecimento da fé, iniciando assim, seu processo de formação permanente.

Catequese de crisma- 14 anos completos para o início da preparação.
É necessário traduzir na linguagem usada pela catequese, com paciência e sabedoria, a mensagem de Jesus, sem a trair.
A catequese de Crisma deve ser preparada com duração mínima de um ano, com uma hora semanal.
A catequese de Crisma deve levar o catequizando a se engajar nos grupos e pastorais da caminhada paroquial.
O catequizando deve ser batizado e ter feito a Primeira Eucaristia.
Os padrinhos escolhidos devem ser batizados, crismados e testemunhas da fé por sua vida.
A Crisma deve ser celebrada de preferência durante a missa.
Sugere-se a preparação para Crisma seja realizada de um a dois anos a fim de que os catequizandos possam aprofundar o seu compromisso com Jesus Cristo através do serviço à igreja.

Catequese com adultos
A catequese com adultos deve levar a uma opção mais decisiva e coerente por Jesus Cristo e sua causa, ultrapassando a fé individualista, intimista e desencarnada. Essa catequese, para ser eficaz, deve ser permanente. A catequese com adultos diz respeito a pessoas que têm o direito e o dever de levar ao amadurecimento o germe da fé que Deus lhes deu, tanto mais que são chamados a desempenhar responsabilidades sociais dos vários tipos; ela se dirige a pessoas que estão expostas a transformações e a crise, às vezes, muito profundas.

Catequese para situações especiais
O amor do pai para com os filhos que têm necessidades especiais e a contínua presença de Jesus com o seu Espírito nos dão a confiante certeza de que toda pessoa, por mais limitada que seja, é capaz de crescer e santidade.
Essa catequese exige métodos adequados e personalizados que requer catequistas com uma específica competência para o serviço, tendo-se o cuidado de evitar o risco de uma catequese à margem da pastoral comunitária.

31 janeiro, 2017

Programa da Perseverança- Diretrizes gerais da Catequese



 De todas as etapas na minha paróquia, achei que a perseverança é a que mais está longe do programa elaborado pela arquidiocese. O grande problema também é que seguimos livros e materiais que não estão em sintonia com que nossa arquidiocese propõe. Vamos melhorar a perseverança?
(Pesquise o programa da Perseverança proposto pela sua arquidiocese.)


Programa da etapa da perseverança (Diretrizes gerais da catequese- Arquidiocese de Brasília, 2002)

1. Amizade: reconhecer o que é um verdadeiro amigo, pois somos chamados por Cristo para viver uma amizade sadia e sincera.
-Quem é o amigo Jesus Cristo.
-A amizade deve estar no coração.

2. Jesus Cristo: desenvolver um conhecimento da pessoa de Jesus Cristo de forma que os jovens vejam em Cristo um exemplo de vida a ser seguido.
-Como encontrar Jesus Cristo.
-Milagres e Parábolas de Jesus Cristo.

3. Estamos crescendo com Jesus, nosso modelo: reconhecer que Cristo é modelo perfeito a ser seguido.
-Jesus, um homem de caráter.
-Jesus, um homem próximo.
-Jesus valoriza as pessoas.
-Jesus conta com a ajuda das pessoas.
-Jesus, gente como nós.
-Jesus, homem do povo.

4. Somos parecidos com Jesus: desenvolver nos adolescentes os valores cristãos. Nossa caminhada deve ser sempre de fé, vida e testemunho nos ensinamentos de Cristo.
-O amor é de Deus.
-O que é amar.
-Eu e o próximo-Convivência.
-A vida- presente do amor de Deus.
-Não sou mais criança.
-Família: encontros e desencontros.
-Liberdade.
-Responsabilidade.
-Sexualidade.
-Diversão.
-Namoro.
-Drogas.
-Felicidade.

5. A vida do Cristão: ver em Jesus Cristo o exemplo de obediência a ser seguido em busca da nossa verdadeira vocação.
-Jesus, um homem de fé.
-Maria, uma mulher de fé.
-Os santos, testemunhos de fé.
-A fé, testemunho de vida.
-Virtudes teologais.
-Vocação.

6. Os meios de comunicação e sua influência na vida: discernir os valores e contravalores dos meios de comunicação que devem ser agentes construtores de uma sociedade mais justa e fraterna. 
-Novelas.
-Filmes.
-Músicas.
-Espetáculos.
-Propagandas.

7. Igreja:
-Religiões.
-Seitas.
-Ecumenismo.
-Diálogo inter-religioso.
Observação: procurar desenvolver os temas de acordo com o Ano Litúrgico.